Voámos de Chiang Mai para Luang Prabang, no Laos, num pequeno avião a hélices, mas a viagem correu bem. O Aeroporto Internacional assemelha-se ao Aeródromo de Alcochete, e o transfer que deveria estar à nossa espera afinal não estava.... mas lá chegámos ao Hotel, que fica bem no centro histórico de Luang Prabang, protegido pela Unesco como Património Mundial. A cidade é a segunda maior do país, mas a sua agitação nas ruas do centro não é maior que a de uma vila do interior de Portugal! Mas sabe tão bem passear pelas suas ruas sem trânsito, sem o barulho dos escapes das motas e das buzinas dos carros e com poucas pessoas...! A cidade antiga possui, para além de muitos templos bonitos, casas em estilo colonial, testemunho da presença dos franceses no período da Indochina (sécs. XIX e XX). Tudo isto numa península verdejante rodeada pelo rio Mekong e um afluente... Lindo!
Todos os finais de tarde é montado na rua um mercado nocturno, onde os locais vendem produtos de artesanato fantásticos, alguns feitos mesmo no local. Os ocidentais ficam loucos! ;)
Ontem fomos visitar uma aldeia Hmong (uma das tribos das montanhas do Laos), onde o guia nos explicou o seu modo de vida e pudemos compreender melhor o verdadeiro Laos, para além do turismo da cidade. Fomos depois até ao rio Nam Ou, onde fizemos kayaking, percorrendo no total uma distância de 14km, entre águas calmas e outras nem tanto... passámos por vários rápidos, tendo-nos virado no primeiro! Mas os seguintes percorremo-los sem problemas! ;) Gostámos imenso da experiência, apesar do susto inicial da queda, em especial da paz que o local transmitia. As únicas pessoas com que nos cruzámos eram homens que procuravam ouro nas margens do rio ou as crianças de uma aldeia que nos vinham dizer adeus!
Daqui a pouco saímos para o Cambodja, despedindo-nos do calmo Laos.
Beijos e abraços para todos.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Elephant Nature Park
Ainda em Chiang Mai, fomos passar um dia ao Elephant Nature Park, uma fundação criada em 2003 por uma tailandesa chamada 'Lek' que, desde 1992, recolhe e dá abrigo a elefantes domésticos (ou seja, aqueles retirados do seu habitat natural e usados pelas pessoas para trabalhar das mais diversas formas) vítimas de abandono, trabalhos forçados e brutais maus tratos para os tornar submissos ao Homem (vimos um documentário que nos impressionou bastante)!
No parque, num vale a cerca de uma hora de Chiang Mai, vivem actualmente 34 elefantes; são apenas 3 machos, o resto são fêmeas e já lá nasceram 2 crias. Explicaram-nos que, tal como em qualquer casa com muitas mulheres, por vezes há confusão e discussões! É-lhes dada total liberdade de escolher uma família ou formarem pequenos grupos, como acontece na vida selvagem. São animais majestosos...os adultos pesam toneladas e podem viver até aos 85 anos. Cada gravidez dura 2 anos e comem 200kg de fruta e vegetais por dia...tudo é em grande! A fundação faz um trabalho excepcional, tendo cerca de 70 trabalhadores permanentes e conta com a ajuda de voluntários. Tentando aproximar ao máximo a rotina dos elefantes à que seria num contexto selvagem, o eco-turismo é a forma de, além das doações, receberem dinheiro para manter aqueles animais e poderem salvar outros, tendo esta filosofia levado a que a fundação, e 'Lek' em especial, tenham sido distinguidas com vários prémios e alvo de vários documentários internacionais.
Chegámos bem cedo e ao longo do dia estivemos sempre em contacto com os elefantes, observando o seu comportamento e as suas relações, participando em algumas das suas actividades de vida, como a alimentação e o banho no rio! Foi um dia muito divertido, enriquecedor e especial! Aconselhamos e gostaríamos de voltar um dia para fazer voluntariado! :)
Beijos e abraços para todos!
No parque, num vale a cerca de uma hora de Chiang Mai, vivem actualmente 34 elefantes; são apenas 3 machos, o resto são fêmeas e já lá nasceram 2 crias. Explicaram-nos que, tal como em qualquer casa com muitas mulheres, por vezes há confusão e discussões! É-lhes dada total liberdade de escolher uma família ou formarem pequenos grupos, como acontece na vida selvagem. São animais majestosos...os adultos pesam toneladas e podem viver até aos 85 anos. Cada gravidez dura 2 anos e comem 200kg de fruta e vegetais por dia...tudo é em grande! A fundação faz um trabalho excepcional, tendo cerca de 70 trabalhadores permanentes e conta com a ajuda de voluntários. Tentando aproximar ao máximo a rotina dos elefantes à que seria num contexto selvagem, o eco-turismo é a forma de, além das doações, receberem dinheiro para manter aqueles animais e poderem salvar outros, tendo esta filosofia levado a que a fundação, e 'Lek' em especial, tenham sido distinguidas com vários prémios e alvo de vários documentários internacionais.
Chegámos bem cedo e ao longo do dia estivemos sempre em contacto com os elefantes, observando o seu comportamento e as suas relações, participando em algumas das suas actividades de vida, como a alimentação e o banho no rio! Foi um dia muito divertido, enriquecedor e especial! Aconselhamos e gostaríamos de voltar um dia para fazer voluntariado! :)
Beijos e abraços para todos!
Chiang Mai
A viagem no comboio nocturno correu bastante bem, deu para descansarmos.
Assim que chegámos percebemos que, apesar de ser a segunda maior cidade da Tailândia, não tem nada a ver com a dimensão e confusão/agitação de Bangkok! A cidade antiga encontra-se cercada pelo que resta das muralhas e do fosso e as suas ruas arborizadas percorrem-se facilmente a pé. Em cada esquina há um templo budista, todos eles impecavelmente arranjados, com especial destaque para os Wat Chedi Luang e Wat Phra Singh. Embora 45 vezes mais pequena que Bangkok, Chiang Mai tem quase tantos templos como a capital! E todos mais antigos, da altura em que foi capital do reino Lanna (dos sécs. XIV a XVIII).
Logo no primeiro dia, decidimos visitar o Wat Prah Doi Suthep, que se situa numa montanha fora da cidade. Para lá chegarmos, foi necessário apanhar dois songthaews (carrinha de caixa aberta com dois bancos corridos) e esperar que segundo enchesse para ficar mais barato. A base da escadaria, com as suas bancas de souvenirs, fez-nos lembrar a da Muralha da China. Subimos os 300 degraus e chegámos ao templo, um dos mais sagrados do Norte da Tailândia. É riquíssimo, com muitas estruturas e Budas em ouro! A vista para a cidade ficou sob a neblina...
Sendo a última paragem na Tailândia, aproveitámos para fazer uma última Thai Massage. Desta vez, fomos ao Centro de Correcção de Mulheres de Chiang Mai, junto à Prisão. Aqui, as reclusas recebem formação com o objectivo da reinserção social, sendo a massagem uma delas. Todo o dinheiro que as pessoas pagam é-lhes entregue quando terminarem a pena. Foi espectacular!! O espaço era muito giro, vestimos umas roupas confortáveis e usufruimos de uma hora de massagem espantosa! "Soltem as prisioneiras...!"
Apesar de estar sol e calor, as temperaturas são bem mais toleráveis do que em Ayutthaya e Bangkok, e as noites são mesmo agradáveis. Se juntarmos isto a lojas, cafés e restuarantes muito giros e deecontraídos, estão reunidas todas as condições para se adorar Chiang Mai!
Assim que chegámos percebemos que, apesar de ser a segunda maior cidade da Tailândia, não tem nada a ver com a dimensão e confusão/agitação de Bangkok! A cidade antiga encontra-se cercada pelo que resta das muralhas e do fosso e as suas ruas arborizadas percorrem-se facilmente a pé. Em cada esquina há um templo budista, todos eles impecavelmente arranjados, com especial destaque para os Wat Chedi Luang e Wat Phra Singh. Embora 45 vezes mais pequena que Bangkok, Chiang Mai tem quase tantos templos como a capital! E todos mais antigos, da altura em que foi capital do reino Lanna (dos sécs. XIV a XVIII).
Logo no primeiro dia, decidimos visitar o Wat Prah Doi Suthep, que se situa numa montanha fora da cidade. Para lá chegarmos, foi necessário apanhar dois songthaews (carrinha de caixa aberta com dois bancos corridos) e esperar que segundo enchesse para ficar mais barato. A base da escadaria, com as suas bancas de souvenirs, fez-nos lembrar a da Muralha da China. Subimos os 300 degraus e chegámos ao templo, um dos mais sagrados do Norte da Tailândia. É riquíssimo, com muitas estruturas e Budas em ouro! A vista para a cidade ficou sob a neblina...
Sendo a última paragem na Tailândia, aproveitámos para fazer uma última Thai Massage. Desta vez, fomos ao Centro de Correcção de Mulheres de Chiang Mai, junto à Prisão. Aqui, as reclusas recebem formação com o objectivo da reinserção social, sendo a massagem uma delas. Todo o dinheiro que as pessoas pagam é-lhes entregue quando terminarem a pena. Foi espectacular!! O espaço era muito giro, vestimos umas roupas confortáveis e usufruimos de uma hora de massagem espantosa! "Soltem as prisioneiras...!"
Apesar de estar sol e calor, as temperaturas são bem mais toleráveis do que em Ayutthaya e Bangkok, e as noites são mesmo agradáveis. Se juntarmos isto a lojas, cafés e restuarantes muito giros e deecontraídos, estão reunidas todas as condições para se adorar Chiang Mai!
sexta-feira, 30 de março de 2012
Ayutthaya
Ayutthaya fica a cerca de 2 horas de distância a Norte de Bangkok e foi, entre os séculos XV e XVIII, a capital do Reino do Sião, que precedeu a actual Tailândia. Visitámos a cidade debaixo de uns tórridos 40 e tal graus, tornando-nos constantemente pegajosos! E venerando os 7-Eleven e o seu ar condicionado! :)
As ruínas dos templos estão dispersas pelo centro histórico, pelo que alugámos bicicletas para tornar as distâncias mais fáceis de percorrer. À saída de um dos templos, o pneu traseiro da bicicleta da Filipa estava vazio, obrigando-nos a pedir ajuda aos condutores dos riquexós, que foram muito simpáticos e prestáveis e descobriram um prego espetado e dois furos na câmara de ar! Remendaram-nos, mas mesmo assim não foi suficiente e tivemos de a trocar por uma em condições.
Adorámos os templos em ruínas, e a sua imponência fez com que nos apercebessemos da importância e dimensão de Ayutthaya na história da Tailândia!
Ao final da tarde, apanhámos o comboio nocturno para Chiang Mai, que nos surpreendeu positivamente. Apesar de não ser novo, é muito limpo, funcional e confortável. Fizeram-nos as caminhas e dormimos uma boa noite de sono embalados pelo ritmo do comboio.
Beijinhos e abraços para todos.
PS: esquecemo-nos de vos dizer que o percurso Lobby-Quarto no Hotel de Ko Tao (só ida) eram, nada mais, nada menos, que 136 degraus! Eram pelo menos 544 escadas por dia!! We work out...! :)
As ruínas dos templos estão dispersas pelo centro histórico, pelo que alugámos bicicletas para tornar as distâncias mais fáceis de percorrer. À saída de um dos templos, o pneu traseiro da bicicleta da Filipa estava vazio, obrigando-nos a pedir ajuda aos condutores dos riquexós, que foram muito simpáticos e prestáveis e descobriram um prego espetado e dois furos na câmara de ar! Remendaram-nos, mas mesmo assim não foi suficiente e tivemos de a trocar por uma em condições.
Adorámos os templos em ruínas, e a sua imponência fez com que nos apercebessemos da importância e dimensão de Ayutthaya na história da Tailândia!
Ao final da tarde, apanhámos o comboio nocturno para Chiang Mai, que nos surpreendeu positivamente. Apesar de não ser novo, é muito limpo, funcional e confortável. Fizeram-nos as caminhas e dormimos uma boa noite de sono embalados pelo ritmo do comboio.
Beijinhos e abraços para todos.
PS: esquecemo-nos de vos dizer que o percurso Lobby-Quarto no Hotel de Ko Tao (só ida) eram, nada mais, nada menos, que 136 degraus! Eram pelo menos 544 escadas por dia!! We work out...! :)
Bangkok
Antes de mais, queremos pedir aos nossos fiéis seguidores pela demora na actualização do blogue, mas os dias são preenchidos e muitas vezes o cansaço apodera-se antes de conseguirmos escrever aqui alguma coisa.
Era suposto termos chegado a Bangkok de comboio nocturno, mas estava esgotado (mesmo com 2 dias de antecedência!) e vimo-nos obrigados a fazer a viagem durante o dia de autocarro (8 horinhas a dormir e a ver filmes, atrás de uns espanhóis barulhentos que aproveitaram a viagem para ensinar a filha a ler!).
Em Bangkok ficámos alojados num Hostel perto de Chinatown. Às 21h30, quando saímos para jantar, já estava tudo fechado, pelo que comprámos umas sandes e fomos comer num banco que fica dentro da boca de um tubarão (onde os turistas se sentam para tirar fotografias à beira do rio)!! Ainda tivemos que nos levantar para uns russos tirarem a foto de família!
Durante os dois dias que estivemos em Bangkok, o termómetro não deve ter descido dos 35°C, e nós não parámos de suar! No entanto, gostámos muito dos vários templos que visitámos, não só pelo beleza e imponência da sua decoração, mas também pelo estado de conservação em que se encontravam. De realçar o Wat Phra Kaeo (que alberga o Buda de Esmeralda, que afinal é de jade e tem várias vestimentas, como o Menino Jesus da Cartolinha!) e o Wat Pho (com o seu grande Buda Reclinado, com 46 metros de comprimento!).
Também nos estreámos na Thai Massage... a conselho da Batata e do Igor, fomos procurar a Eve, a soldadinha tailandesa tão bem referenciada. Encontrámos o dito local perto da Khao San Road e perguntámos por ela, mas a resposta foi: "Eve go home", como o E.T.! :( Contentámo-nos com a Miu (?) e um rapaz cujo nome não foi perceptível porque era 'sopinha de massa'. Mas esticaram-nos e estalaram-nos o corpo todo! :)
No segundo dia andámos por Chinatown, que nos recordou as paragens de há dois anos, onde em cada sua se vende determinado artigo, nomeadamente: lojas de ladrilhos numa rua, ligas metálicas noutra, balanças noutra, and so on...! E apercebemo-nos de um ritual que desconhecíamos: vendem-se bens materiais feitos em papel, que as pessoas compram para queimar nos templos pois acreditam que estes ajudarão os familiares falecidos na 'outra vida'. Então há de tudo em papel: desde iphone e tablet, a mansões e carros, a camisas, sapatos e malas Chanel! Curioso.
No final da tarde do segundo dia, apanhámos o comboio para Ayutthaya.
Beijinhos e abraços para todos
Era suposto termos chegado a Bangkok de comboio nocturno, mas estava esgotado (mesmo com 2 dias de antecedência!) e vimo-nos obrigados a fazer a viagem durante o dia de autocarro (8 horinhas a dormir e a ver filmes, atrás de uns espanhóis barulhentos que aproveitaram a viagem para ensinar a filha a ler!).
Em Bangkok ficámos alojados num Hostel perto de Chinatown. Às 21h30, quando saímos para jantar, já estava tudo fechado, pelo que comprámos umas sandes e fomos comer num banco que fica dentro da boca de um tubarão (onde os turistas se sentam para tirar fotografias à beira do rio)!! Ainda tivemos que nos levantar para uns russos tirarem a foto de família!
Durante os dois dias que estivemos em Bangkok, o termómetro não deve ter descido dos 35°C, e nós não parámos de suar! No entanto, gostámos muito dos vários templos que visitámos, não só pelo beleza e imponência da sua decoração, mas também pelo estado de conservação em que se encontravam. De realçar o Wat Phra Kaeo (que alberga o Buda de Esmeralda, que afinal é de jade e tem várias vestimentas, como o Menino Jesus da Cartolinha!) e o Wat Pho (com o seu grande Buda Reclinado, com 46 metros de comprimento!).
Também nos estreámos na Thai Massage... a conselho da Batata e do Igor, fomos procurar a Eve, a soldadinha tailandesa tão bem referenciada. Encontrámos o dito local perto da Khao San Road e perguntámos por ela, mas a resposta foi: "Eve go home", como o E.T.! :( Contentámo-nos com a Miu (?) e um rapaz cujo nome não foi perceptível porque era 'sopinha de massa'. Mas esticaram-nos e estalaram-nos o corpo todo! :)
No segundo dia andámos por Chinatown, que nos recordou as paragens de há dois anos, onde em cada sua se vende determinado artigo, nomeadamente: lojas de ladrilhos numa rua, ligas metálicas noutra, balanças noutra, and so on...! E apercebemo-nos de um ritual que desconhecíamos: vendem-se bens materiais feitos em papel, que as pessoas compram para queimar nos templos pois acreditam que estes ajudarão os familiares falecidos na 'outra vida'. Então há de tudo em papel: desde iphone e tablet, a mansões e carros, a camisas, sapatos e malas Chanel! Curioso.
No final da tarde do segundo dia, apanhámos o comboio para Ayutthaya.
Beijinhos e abraços para todos
sábado, 24 de março de 2012
Koh Tao
Koh Tao é a mais pequena das ilhas do Golfo da Tailândia, também chamada de Ilha Tartaruga (mas nós não as vimos no snorkelling, consta que nadam ao largo da costa!).
Chegámos de catamaran e nessa tarde ficámos pela piscina e pela "mini-praia" do Hotel, com vista para a baía de Sairee. O Hotel é muito giro, mas os bungalows ficam dispostos ao longo da encosta, o que significa que temos de subir e descer todos os dias uma escadaria equivalente ao Bom Jesus de Braga (logo vamos contar os degraus!). O bungalow tem uma varanda com uma vista brutal para on mar e o pequeno almoço é à lorde, mas o duche é com água à temperatura ambiente...! lol
Ontem alugámos uma scooter para nos deslocarmos pela ilha, depois de, na primeira noite, termos percebido que a distância até à povoação ainda era considerável e ainda mais às escuras e sem lanterna...valeram os telemóveis! Já de lambreta e equipados com os nossos capacetes de polícia americano (um azul e outro rosa, que é 'pró menino e 'prá menina), lançámo-nos à descoberta da ilha e das suas praias pela sua única estrada. Pelo caminho pudemos perceber que, para além de nós, apenas 2 ocidentais tinham capacetes postos, exigência imposta pela Filipa para andarmos de scooter! ;)
As praias são lindas, com água azul turquesa e rochas que fazem lembrar as das Seychelles! Ao longo do dia, fizemos snorkelling nas várias praias e lemos à sombra dos coqueiros... e quando nos cansávamos, pegávamos na lambreta e mudávamos de cenário!
Terminámos o périplo na praia de Sairee, a mais longa da ilha, a ver o pôr-do-sol numa esplanada...! E para fechar em beleza, um peixeinho grelhado fantástico!
Já o dia de hoje foi passado de barco a dar a volta a Koh Tao em busca das melhores paisagens subaquáticas...foi muito giro! Além dos peixes e dos corais, vimos tubarões de pontas negras dos recifes!! :) E terminámos o circuito de snorkelling em Koh Nang Yuan, uma ilhota ao largo de Koh Tao que é uma área protegida pela sua fauna e flora marinhas!
Amanhã despedimo-nos e o dia será passado em viagem, até chegarmos a Bangkok.
Beijinhos e abraços para todos
Chegámos de catamaran e nessa tarde ficámos pela piscina e pela "mini-praia" do Hotel, com vista para a baía de Sairee. O Hotel é muito giro, mas os bungalows ficam dispostos ao longo da encosta, o que significa que temos de subir e descer todos os dias uma escadaria equivalente ao Bom Jesus de Braga (logo vamos contar os degraus!). O bungalow tem uma varanda com uma vista brutal para on mar e o pequeno almoço é à lorde, mas o duche é com água à temperatura ambiente...! lol
Ontem alugámos uma scooter para nos deslocarmos pela ilha, depois de, na primeira noite, termos percebido que a distância até à povoação ainda era considerável e ainda mais às escuras e sem lanterna...valeram os telemóveis! Já de lambreta e equipados com os nossos capacetes de polícia americano (um azul e outro rosa, que é 'pró menino e 'prá menina), lançámo-nos à descoberta da ilha e das suas praias pela sua única estrada. Pelo caminho pudemos perceber que, para além de nós, apenas 2 ocidentais tinham capacetes postos, exigência imposta pela Filipa para andarmos de scooter! ;)
As praias são lindas, com água azul turquesa e rochas que fazem lembrar as das Seychelles! Ao longo do dia, fizemos snorkelling nas várias praias e lemos à sombra dos coqueiros... e quando nos cansávamos, pegávamos na lambreta e mudávamos de cenário!
Terminámos o périplo na praia de Sairee, a mais longa da ilha, a ver o pôr-do-sol numa esplanada...! E para fechar em beleza, um peixeinho grelhado fantástico!
Já o dia de hoje foi passado de barco a dar a volta a Koh Tao em busca das melhores paisagens subaquáticas...foi muito giro! Além dos peixes e dos corais, vimos tubarões de pontas negras dos recifes!! :) E terminámos o circuito de snorkelling em Koh Nang Yuan, uma ilhota ao largo de Koh Tao que é uma área protegida pela sua fauna e flora marinhas!
Amanhã despedimo-nos e o dia será passado em viagem, até chegarmos a Bangkok.
Beijinhos e abraços para todos
sexta-feira, 23 de março de 2012
Railay
Railay é uma península de selva inacessível por terra, o que a torna quase uma ilha! Assim, chegámos de barco e logo fomos brindados com uma panorâmica da praia principal, bem como dos altíssimos penhascos característicos de Railay! E que visão... elevam-se a mais de 140m de altura e caem abruptamente sobre as águas esverdeadas... Lindo! Claro que há malucos que fazem aí escalada, mas nós ficámos só a ver, enquanto nos banhávamos nas águas tépidas! :P
Descobrimos que deve ser a capital tailandesa das tatuagens e dos tatuados, visto que devíamos ser dos únicos que não tínhamos um dragão nas costas, uma carpa koi no braço ou uma tribal na lombar! O Tiago ainda pensou tatuar 'E o Sporting é o nosso grande amor!', mas a Filipa não gostou da ideia e as agulhas tinham um ar gasto! Lol
O Hotel era óptimo, com uma vista brutal para a baía e uma cabaninha toda fina! O 'The Last Bar' foi o nosso restaurante oficial, com boa comida tailandesa, sumos espectactulares e música ao vivo!
De Railay, fomos para Surat Thani de barco e autocarro.
beijos e abraços para todos
PS: Vimos uma rapariga igual à Liliana no barco!
Descobrimos que deve ser a capital tailandesa das tatuagens e dos tatuados, visto que devíamos ser dos únicos que não tínhamos um dragão nas costas, uma carpa koi no braço ou uma tribal na lombar! O Tiago ainda pensou tatuar 'E o Sporting é o nosso grande amor!', mas a Filipa não gostou da ideia e as agulhas tinham um ar gasto! Lol
O Hotel era óptimo, com uma vista brutal para a baía e uma cabaninha toda fina! O 'The Last Bar' foi o nosso restaurante oficial, com boa comida tailandesa, sumos espectactulares e música ao vivo!
De Railay, fomos para Surat Thani de barco e autocarro.
beijos e abraços para todos
PS: Vimos uma rapariga igual à Liliana no barco!
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